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Sustentabilidade·30 de janeiro de 2026·5 min

A sustentabilidade real do tijolo ecológico no cerrado

Sem queima, sem desmatamento de mata nativa: por que o solo-cimento é um aliado natural da construção no Tocantins.

A sustentabilidade real do tijolo ecológico no cerrado

A queima é o vilão silencioso

A produção de tijolos cerâmicos tradicionais consome lenha em larga escala — frequentemente proveniente de mata nativa do cerrado e da caatinga. Cada milheiro de tijolo cerâmico pode demandar de 0,5 a 1,5 m³ de lenha, além de emitir CO₂ e material particulado.

Como o solo-cimento muda essa equação

O tijolo ecológico TerraCotta é prensado a frio, usando solo da própria região misturado a uma proporção controlada de cimento e água. Não há queima em forno, o que significa:

  • Zero emissões de CO₂ na fabricação por queima.
  • Zero consumo de lenha de mata nativa.
  • Aproveitamento de solo local, reduzindo transporte.

O efeito multiplicador na obra

Como o tijolo dispensa reboco em muitos casos e reduz argamassa, a economia ambiental se estende para toda a cadeia: menos cimento de assentamento, menos areia extraída de leito de rio, menos resíduo na obra.

Construção sustentável é projeto + escolha

Nenhum material constrói sozinho uma obra sustentável. Mas escolher o tijolo ecológico é um passo concreto, mensurável e que pode ser auditado por qualquer profissional.

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